>A DIFERENÇA ENTRE PASTORES E LOBOS.




































Jesus Cristo :
Leão da Tribo de Judá.
Maravilhoso, Conselheiro,
Deus Forte, Pai da Eternidade
e Principe da Paz!

quarta-feira, 1 de maio de 2013

A HISTÓRIA, segundo YeHoSHua (Artigo de Juanribe Pagliarin*).


Cinco dias antes de ser preso e crucificado, Jesus fez um resumo da Historia bíblica e contou, com detalhes surpreendentes, o que aconteceria com Ele naquela Páscoa do dia 9 de abril, no ano 27 d.C. E tudo isso em uma breve Parábola, o que demonstra o seu alto grau de inteligência e síntese. E mais: na mesma Parábola, contou o que aconteceria com Jerusalém e Israel, depois da Sua morte...

Ler a Parábola da Vinha Arrendada é tomar ciência de que nada ocorreu por acaso ou de forma descontrolada. E que Ele realmente é QUEM a Escritura afirma ser: DEUS SALVADOR, tradução de Seu nome hebraico YeHoSHua.

Quero lembrar que “Parábola” é um estilo de conto em forma de enigma, onde as palavras dizem uma coisa, mas significam outra. A sua interpretação se dá por estudo e comparação. Faço questão de explicá-la miudamente depois, para que você tenha um entendimento mais completo dos fatos.
Vamos a esta impressionante Parábola profética, contada por JESUS:

“Havia um homem, proprietário, que plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar e edificou uma torre. Depois, arrendou-a a uns lavradores e partiu para fora da terra, por muito tempo.
No tempo próprio, enviou um servo aos lavradores para que deles recebesse do fruto da vinha. Mas estes, apoderando-se dele, o espancaram e o mandaram embora de mãos vazias.
E tornou a enviar-lhes outro servo. E a este, apedrejando-o, o feriram na cabeça e, afrontando-o, mandaram-no vazio.
Então enviou ainda outro e a este mataram. E a outros muitos, dos quais a uns espancaram e a outros mataram.
Depois enviou ainda outros servos, em maior número do que os primeiros. E fizeram-lhes o mesmo.
Disse o senhor da vinha: Que farei?
Ora, tinha ele ainda um, o seu filho amado.
Então, por último, enviou-lhes seu filho, dizendo: A meu filho terão respeito.
Mas os lavradores, vendo o filho, disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo, e a herança será nossa.
E, agarrando-o, o arrastaram para fora da vinha e o mataram.

(Jesus terminou a parábola e perguntou aos ouvintes)
Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores?
Responderam-lhe eles:
- Fará perecer miseravelmente a esses maus e arrendará a vinha a outros lavradores, que a seu tempo lhe entreguem os frutos.
Disse-lhes Jesus:
- Portanto eu vos digo que vos será tirado o Reino de Deus e será dado a um povo que dê os seus frutos.
E, ouvindo eles isso, disseram:
- Não seja assim!
Mas Ele, olhando para eles, disse:
- Que é isto, pois, que está escrito: A pedra que os edificadores reprovaram, essa foi feita cabeça da esquina; isso foi feito pelo Senhor e é coisa maravilhosa aos nossos olhos? Quem cair sobre esta pedra será despedaçado. E aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó.
Os principais sacerdotes e os fariseus, ouvindo essa parábola, entenderam que era deles que Jesus falava. E procuravam prendê-lo, mas temeram o povo, porquanto este o tinha por profeta. E, deixando-o, foram-se.”
Notas do Autor: Você pode conferir cada detalhe em Mt 21:33a, Mc 12:1b, Lc 20:9b, Mc 12:2-4a, Lc 20:11b, Mc 12:5, Mt 21:36, Lc 20:13a, Mc 12:6a, Mt 21:37-38a, Mc 12:7b, Mt 21:39-41, 43, Lc 20:16b-17, Mc 12:11, Mt 21:44-45, Mc 12:12b

Nesta parábola, de forma brilhante, Jesus resume toda a história de Israel com sublime riqueza! E não apenas contou o passado, mas o presente e antecipou o futuro. Vale a pena meditarmos:
UM HOMEM, PROPRIETÁRIO .
É Deus: “Do Senhor é a terra e a sua plenitude; o Mundo e aqueles que nele habitam” (Salmo 24:1). QUE PLANTOU.
Os descendentes de Abraão foram transportados do Egito e plantados por Deus na terra de Canaã, conforme declara o Salmo 80:8: “Trouxeste do Egito uma videira. Lançaste fora as nações e a plantaste”.
UMA VINHA.
Israel: “Pois a vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel e os homens de Judá são a planta das suas delícias” (Isaías 5:7a).
CERCOU-A DE UMA SEBE.
São os arbustos plantados com ramos entrelaçados que servem para cercar terrenos. Na parábola, os muros de Jerusalém. CAVOU NELA UM LAGAR.
As uvas são lançadas numa espécie de tanque com escaninhos, onde são pisadas para que produzam o suco e o vinho novo.
O objetivo de Deus ao plantar Israel era que a Sua “Vinha” produzisse frutos e servisse a todas as Nações (Gênesis 12:1-3).
EDIFICOU UMA TORRE.
A torre servia para que o vigia enxergasse além da sebe e avisasse sobre os perigos iminentes. A “Torre” é o Templo de
Jerusalém, edificado no território de Judá, “a delícia da Vinha”.
ARRENDOU-A A UNS LAVRADORES.
Todo arrendamento é feito mediante um contrato – no caso, “a Lei e os Profetas”, onde a coisa fungível – “a Vinha” – é usada por certo tempo. Os arrendatários devem pagar um preço pela fruição da coisa. Qual era o fruto que o proprietário esperava? “Juízo e Justiça”.
Aqui também fica claro o princípio da mordomia: Deus é o proprietário de tudo, e nós, os seus mordomos. Cada um tem de ser fiel na porção que recebeu, para que possa ser honrado com posses definitivas: “Se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?” (Lucas 16:12).
PARTIU PARA FORA DA TERRA, POR MUITO TEMPO.
Depois do contrato celebrado no Monte Sinai e tendo entregado a “Vinha” aos “lavradores”, o Senhor se ausentou para fora da Terra, “por muito tempo”.
NO TEMPO PRÓPRIO.
Jesus disse que Deus “reservou tempos e épocas à sua própria autoridade” (Atos 1:7), conforme está poeticamente descrito em Eclesiastes: “Tudo tem a sua ocasião própria e há tempo para todo propósito debaixo do Céu: há tempo de nascer e tempo de morrer. Tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou. Tempo de matar e tempo de curar. Tempo de derribar e tempo de edificar. Tempo de chorar e tempo de rir. Tempo de prantear e tempo de dançar. Tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras. Tempo de abraçar e tempo de abster-se de abraçar. Tempo de buscar e tempo de perder. Tempo de guardar e tempo de deitar fora. Tempo de rasgar e tempo de coser. Tempo de estar calado e tempo de falar. Tempo de amar e tempo de odiar. Tempo de guerra e tempo de paz” (Eclesiastes 3:1-8).
ENVIOU UM SERVO AOS LAVRADORES... E TORNOU A ENVIAR-LHES OUTRO.
Deus começou enviar os seus “servos”, os profetas, para que recebessem os frutos devidos: “Desde o dia em que vossos pais saíram da terra do Egito, até hoje, tenho-vos enviado insistentemente todos os meus servos, os profetas, dia após dia. Contudo não me deram ouvidos, nem inclinaram os seus ouvidos, mas endureceram a sua cerviz. Fizeram pior do que seus pais” (Jeremias 7:25-26).
E A OUTROS MUITOS, DOS QUAIS A UNS ESPANCARAM E A OUTROS MATARAM.
A história de Israel é farta em relatos sobre profetas que foram maltratados, torturados, assassinados, serrados ao meio. O profeta Neemias, em 430 a.C., confessando a Deus a ingratidão dos “arrendatários”, orou, dizendo: “Tomaram cidades
fortificadas e uma terra fértil, e possuíram casas cheias de toda sorte de coisas boas, cisternas cavadas, vinhas e olivais, e árvores frutíferas em abundância. Comeram, pois, fartaram-se e engordaram, e viveram em delícias, pela tua grande bondade. Não obstante foram desobedientes e se rebelaram contra ti. Lançaram a tua Lei para trás das costas e mataram os teus profetas que protestavam contra eles para que voltassem a Ti. Assim cometeram grandes provocações” (Neemias 9:25-26). Mesmo sabendo que esta seria a atitude dos “lavradores”, Deus, amorosa e insistentemente, continuou enviando os seus “servos”. Deus nunca desiste, por maior que seja a rebeldia.
ORA, TINHA ELE AINDA UM, O SEU FILHO AMADO.
Jesus é o Filho unigênito e amado de Deus (Salmo 2:7, Mateus 3:17, 17:5, João 3:16, Hebreus 1:5). Porém, ao contar esta
parábola, Jesus humildemente se apresenta como um servo, ainda que seja o Filho Amado. Por isso, na profecia de Isaías lemos: “E agora diz o Senhor, que me formou desde o ventre para ser o Seu servo, para tornar a trazer-Lhe Jacó, e para reunir Israel a Ele (pois aos olhos do Senhor sou glorificado e o meu Deus se fez a minha força). Sim, diz Ele: Pouco é que sejas o meu servo, para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os preservados de Israel: também te porei para Luz das Nações, para seres a Minha Salvação até a extremidade da Terra” (Isaías 49:5-6).
POR ÚLTIMO, ENVIOU-LHES SEU FILHO.
Jesus foi o Último a ser enviado por Deus. Depois Dele, Deus nunca mais mandou e nem mandará ninguém. Ele já havia dito:
“Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores” (João 10:8). E o mesmo se aplica aos que vieram depois. Por isso, Ele disse: “EU SOU o Primeiro e o Último e o que vive; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém! E tenho as chaves da Morte e do Inferno” (Apocalipse 1:17b-18). E ainda: “EU SOU o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da Fonte da Água da Vida” (Apocalipse 21:6).
MATEMO-LO, E A HERANÇA SERÁ NOSSA.
A ideia de matar Jesus foi impulsionada pelo medo de perder os privilégios sociais e religiosos. Os “lavradores”, reunidos, resolveram matar o Herdeiro (João 11:47-50).
E, AGARRANDO-O, O ARRASTARAM PARA FORA DA VINHA E O MATARAM.
Sendo a “Vinha” Israel, ao entregarem Jesus aos dominadores romanos, lançaram fora a jurisdição territorial e espiritual. Ainda: sendo a cidade murada de Jerusalém o centro da “Vinha”, Jesus está mostrando que o “filho amado” será morto fora da Cidade Santa, conforme o relato de Sua crucificação: “Então o levaram para fora, a fim de O crucificarem” (Marcos 15:20).
QUE FARÁ ÀQUELES LAVRADORES?
Lembrando que Jesus está em Jerusalém e pergunta aos seus moradores o que fazer com a “Vinha e aos lavradores”, e comparando esta pergunta com um texto dos “Profetas”, constatamos que esta pergunta já tinha sido feita com setecentos anos de

antecedência: “Agora, pois, ó moradores de Jerusalém e homens de Judá, julgai, vos peço, entre Mim e a minha Vinha. Que mais se podia fazer à minha Vinha, que eu lhe não tenha feito?” (Isaías 5:3-4).
FARÁ PERECER MISERAVELMENTE A ESSES MAUS.
Este juízo saiu da boca dos próprios “lavradores” e também estava previsto nos “Profetas”: “Agora, pois, vos farei saber o que eu hei de fazer à minha vinha: tirarei a sua sebe e será devorada; derrubarei a sua parede e será pisada; e a tornarei em deserto; não será podada nem cavada, mas crescerão nela sarças e espinheiro; e às nuvens darei ordem que não derramem chuva sobre ela. Pois a vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta das suas delícias.
E esperou que exercessem Juízo, mas eis aqui derramamento de sangue. Justiça, e eis aqui clamor” (Isaías 5:5-7).
Os lavradores maus pereceram no ano 70 da era atual, quando o general romano Tito cercou Jerusalém e a destruiu, juntamente com o Templo, não ficando ali “pedra sobre pedra”, conforme Jesus havia profetizado (Mateus 24).
VOS SERÁ TIRADO O REINO DE DEUS, E SERÁ DADO A UM POVO QUE DÊ OS SEUS FRUTOS.
Também isto já estava previsto nos Profetas: “E naquele dia muitas nações se ajuntarão ao Senhor e serão o meu povo. E habitarei no meio de ti e saberás que o SENHOR dos Exércitos me enviou a ti” (Zacarias 2:11).
Este povo é o “gentio”, que antes não era povo de Deus, mas, por ter recebido Jesus Cristo, tornou-se povo, conforme diz a Palavra: “Mas, a todos quantos O receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu Nome” (João 1:12).
Este é o povo que recebeu a “Vinha” – o Reino de Deus – e deve dar o seu fruto, apregoando ao Mundo a perfeita vontade de Deus: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas Daquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa Luz. Vós que outrora nem éreis povo, e agora sois povo de Deus. Vós que não tínheis alcançado misericórdia e agora a tendes alcançado” (I Pedro 2:9-10).
A PEDRA QUE OS EDIFICADORES REPROVARAM:
Jesus é a “Pedra”. Ele citou as Escrituras do Salmo 118:22-23. Ainda sobre a “Pedra”, há uma surpreendente profecia no Livro de Isaías: “Portanto assim diz o Senhor Deus: Eis que ponho em Sião como alicerce uma Pedra, uma Pedra provada, Pedra preciosa de esquina, de firme fundamento” (Isaías 28:16).
“Sião” é um dos montes sobre o qual Jerusalém foi construída. De tanto ser usada, a palavra “Sião” acabou sendo sinônimo de
Jerusalém. Também já estava profetizado que esta “Pedra” seria motivo de tropeço para Israel e Judá: “Ao Senhor dos Exércitos, a Ele santificai. E seja Ele o vosso temor e seja Ele o vosso assombro. Então Ele vos será por santuário. Mas servirá de Pedra de tropeço e de Rocha de escândalo, às duas casas de Israel; de armadilha e de laço aos moradores de Jerusalém. E muitos dentre eles tropeçarão e cairão, e serão quebrantados, enlaçados e presos” (Isaías 8:13-15).
O Apóstolo Pedro escreveu que Ele é a Pedra: “Chegando-vos para Ele, Pedra Viva, rejeitada, na verdade, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa...”
Por isso, na Escritura se diz: Eis que ponho em Sião uma principal Pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido. E assim para vós, os que credes, é a preciosidade; mas para os descrentes, a Pedra que os edificadores rejeitaram, esta foi posta como a principal da esquina, e: Como uma Pedra de tropeço e Rocha de escândalo; porque tropeçam na Palavra, sendo desobedientes” (I Pedro 2:4-8).
Você pode rejeitar Jesus, se quiser. Mas acontecerá na sua vida uma reprodução da tragédia dos lavradores maus. Porque você também está neste mundo como arrendatário e terá de prestar contas da sua mordomia. Porém, se você O receber como único, suficiente, exclusivo e eterno Salvador, o oposto ocorrerá e você terá Vida, e Vida de verdade (João 10:10).
Se você quiser recebê-Lo agora é muito fácil: apenas creia com o seu coração que Ele é o seu Salvador pessoal e abra a boca para fazer esta oração:
“Pai querido, eu recebo o Senhor Jesus como meu único, suficiente, exclusivo e eterno Salvador. Perdoa os meus pecados e me purifica com o sangue de Jesus, vertido naquela cruz. Escreve o meu nome no Teu santo Livro, o Livro da Vida, e me ajude a perseverar até o fim. Em Nome de Jesus, amém!”.

Em seguida, procure uma comunidade realmente cristã, que não explora a fé nem a ingenuidade das pessoas, e ali, diante de todos, confirme a decisão que você tomou agora. Peça para ser batizado nas águas e tome a Santa Ceia até a volta de Jesus (I Co 11:26).
Deus abençoe a sua vida!
Juanribe Pagliarin.
(*Teólogo, advogado, publicitário, autor, Juanribe Pagliarin é fundador e presidente da Comunidade Cristã Paz e Vida e do Ministério Pregadores do Telhado) —

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Ensina-me, Senhor, o teu caminho,
e andarei na tua verdade;
une o meu coração ao temor do teu nome.
=Salmos 86:11=





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Reflita:
Lembra-te, pois, de onde caíste,
e arrepende-te, e pratica as primeiras obras;
quando não, brevemente a ti virei,
e tirarei do seu lugar o teu castiçal,
se não te arrependeres.
= Apocalipse 2:5=





o pastor e o lobo.

Pastores buscam o bem das ovelhas; lobos buscam os bens das ovelhas.
Pastores vivem à luz da cruz; lobos vivem debaixo dos holofotes.
Pastores têm fraquezas; lobos são poderosos.
Pastores são ensináveis; lobos são donos da verdade.
Pastores têm amigos; lobo tem admiradores.
Pastores vivem de salários; lobos enriquecem.
Pastores vivem para suas ovelhas; lobos se abastecem
das suas ovelhas.
Pastores apontam para CRISTO; lobos apontam para si mesmo
e para igrejas deles.
Pastores são humanos, são reais; lobos são personagens religiosos
caricatos.
Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas; lobos perpetuam
a infantilização das ovelhas.
Pastores são simples e comuns; lobos são vaidosos e especiais.
Pastores quando contrariados silenciam, aquietam; lobos rosnam e
tornam-se agressivos.
Pastores se deixam conhecer; lobos se distanciam e ninguém chega perto.
Pastores alimentam as ovelhas; lobos se alimentam das ovelhas.
Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas, lobos
lidam com técnicas pragmáticas com jargão religioso.
Pastores vivem uma fé encarnada; lobos vivem uma fé espiritualizada.
Pastores se comprometem com o projeto do REINO; lobos têm projetos e
reservas pessoais.
Pastores são transparentes; lobos têm agendas secretas.
Pastores dirigem igrejas-comunidades; lobos dirigem igrejas-empresas lucrativas.
Pastores pastoreiam as ovelhas, lobos seduzem as ovelhas.
Pastores buscam a discrição, lobos se auto-promovem.
Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas; lobos se interessam
pelo crescimento das ofertas.
Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a CRISTO; lobos geram
ovelhas dependentes e seguidoras deles.
Pastores criam vínculo de amizade; lobos aprisionam em vínculo de dependência.
E então, quem está cuidando de sua igreja, é o PASTOR ou o LOBO?
....











Sou Cristã...apaixonada por Jesus...não sou idólatra!!




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